segunda-feira, 30 de março de 2009

CONTO DE FADAS!!



Tudo bem que sua vida não é exatamente como você sonhou quando criança! Você tinha tantos ideais! Se imaginava vivendo tantas experiências fantásticas, realizando tanto! Tudo bem que você até que tentou, se esforçou muito! Inúmeras vezes, foi até além do que se considerava capaz, ultrapassou limites, superou obstáculos, que você chegou a acreditar que não conseguiria. Já passou por cada fase (tem fases na vida de todos nós, que... nem sei)! Algumas até chegou a pensar que não conseguiria seguir em frente! E seguiu! Mas não deu para fazer tudo exatamente como você planejou. Inúmeras vezes, por motivos variados, apesar de você ter tentado muito, batalhado muito, as situações não tiveram o desfecho idealizado e sonhado por você! E olha que ao longo da sua vida, muitas vezes, mas muitas mesmo, você abriu mão de realmente viver, para cumprir alguma obrigação, porque você queria ser um vencedor, e não se preocupava em abrir mão da possibilidade de vida, em função do objetivo que você fixou para alcançar! Tantas vezes negligenciou o presente, o momento atual, para garantir o futuro! E tanto tempo depois, com sua infância já bem distante, você se vê assim, frustrado, algumas vezes angustiado, com um sentimento incômodo de fracasso. E olha que você teve ao longo da vida, várias conquistas. Tem consciência disso!? Realizou muito, mas sempre tem o sentimento que poderia ter realizado mais... Tem mania de se culpar por não ter conseguido tudo que queria. Em alguns momentos, consegue até mesmo se esquecer do quanto conseguiu, de quantas situações prazerosas e felizes viveu. E nestes momentos, se sente fracassado, profundamente infeliz!? Fica às vezes com um sentimento de fracasso tão grande, por se prender ao que não realizou, aos sonhos que ficaram apenas no desejo. Mas quem disse que não realizar todos os sonhos é motivo para viver amargurado? Quem inventou esta estória de vida perfeita, de existência às mil maravilhas sempre? Quem inventou esta falsa idéia que felicidade é viver exatamente da maneira que se planejou um dia? Que para se sentir realizado, você tem sempre que ter sucesso? Que você não pode falhar nunca? Em circunstância nenhuma? Que sua vida tem que ser exatamente com um conto de fadas, daqueles que ouvimos quando crianças, onde tudo é lindo e maravilhoso. Onde, até existem algumas bruxas, mas que elas sempre são castigadas! E vencidas! Onde os mocinhos sempre são heróis, lindos, perfeitos, corajosos! E as mocinhas, igualmente lindas e perfeitas, sempre são salvas por eles!! E os dois, após vencerem a maldade da bruxa (o único obstáculo que aparece na vida deles), são felizes para sempre, num castelo maravilhoso. Tudo absolutamente perfeito! Estória linda, mas hoje, depois de adultos, sabemos que é tão longe da realidade! Aposto que quem inventou este ideal de vida, é uma destas pessoas teóricas, que sabem muito bem como falar a respeito de algum assunto, que sempre conseguem ter opinião de tudo, e trazem na ponta da língua soluções teóricas fantásticas, para todos os problemas do mundo!! Mas, na maioria das vezes, vivem uma vida até mesmo bem próxima da mediocridade. Talvez muitas delas procuram compensar as próprias insatisfações e frustrações, teorizando a respeito de como seria o ideal. E geralmente, teorizam tanto, que já se dão por satisfeitas. Em fazerem teorias. Pode ser, que até mesmo se sentem satisfeitas, em ver a confusão que conseguem criar na vida de tantas pessoas que lhes dão créditos, e que sofrem por não conseguirem alcançar esta vida maravilhosa e perfeita, tão bem descrita na teoria! Você talvez, não conseguiu mesmo realizar e alcançar tudo que sonhou! Mas será que tem que sentir mesmo tanta frustração por isso? Será que a teoria sobre vida perfeita precisa ser seguida tanto assim? Será que, iludido pelo que foi idealizado por você, quando criança, quando ainda acreditava nos contos de fadas, você não tem menosprezado a realidade que tantas vezes tem sido realmente satisfatória? Perdeu algumas oportunidades, se agarrou em tantas outras. Não conseguiu aqui, mas conquistou lá. E ainda continua vivo. Para continuar tentando. Se frustrando e realizando! Perdendo algumas! Ganhando tantas outras! Chorando às vezes. Rindo bastante!! Ainda bem!

sábado, 21 de março de 2009

DIA MUNDIAL DA ÁGUA.


No dia 22 de março, comemora-se o Dia Mundial da Água. Espera-se que neste dia, todos pensem a respeito, de como tem sido usado este bem tão precioso e tão necessário para a continuidade da vida neste planeta. Dois terços do planeta Terra é formado por este precioso líquido, mas apenas cerca de 0,008 %, do total da água do nosso planeta é potável, ou seja, própria para o consumo. Nós, ao que parece, não estamos cuidando como deveríamos deste bem natural. Grande parte das fontes desta água (rios, lagos e represas) está sendo contaminada, poluída e degradada pela ação predatória do homem. Algumas pessoas insistem em continuarem, por exemplo, jogando lixo nos rios e lagos. Assistem televisão, são informados o que este comportamento acarreta. Mas agem como se não soubessem, ou talvez por pensarem que se realmente acabar a água, vai demorar muito tempo ainda, e provavelmente, já não estarão por aqui. Então, não é problema delas. É o tão habitual e nocivo pensamento, que infelizmente cada vez mais predomina nos habitantes deste planeta. É o egoísmo tão em moda, que dá razão para tantos comportamentos insensatos e irracionais nos dias atuais. Se continuarmos tratando com desleixo, usando de forma irracional, num futuro próximo, poderá faltar água para o consumo de grande parte da população mundial. Sabemos disso, mas continuamos agindo como se não fosse da nossa conta. A água é imprescindível para a vida de todo ser vegetal, animal ou humano. Sem ela não existe vida. Ela é insubstituível na agricultura. Sem ela, os vegetais morrem. O gado não resiste sem água. Ela é fundamental para nosso organismo. Temos sede, precisamos de água potável! Usá-la de forma consciente, ter cuidado com este bem tão precioso é uma necessidade vital. Mas, continuamos fazendo de conta que ignoramos isso, ou talvez, agimos com desleixo, por mera conveniência. Temos vários hábitos de consumo que acarretam desperdícios monumentais. O conserto de uma torneira pingando, é tão simples. Mas tantas vezes, por preguiça, não tomamos providência alguma. E o prejuízo com este desleixo, é imenso! Quem lava a calçada da casa uma vez por semana, por quinze minutos, joga fora trinta e seis litros de água limpa. E a maioria destas pessoas, não gasta apenas quinze minutos neste comportamento insensato. É comum, aproveitarem este momento de não sei que nome dar para tanta insensatez, para colocarem o papo em dia com a vizinha, observarem o movimento da rua, pensarem na vida... E a torneira aberta, a água jorrando livremente pela mangueira, e o planeta sendo prejudicado. Por ignorância. Por total irresponsabilidade. Inconseqüência! Não consigo encontrar a lógica de se insistir em lavar a calçada. E menos ainda, quando vejo alguém fazendo isso em dia de chuva!! Com a vassoura hidráulica!!Ser humano consegue tantas vezes, demonstrar tanta irracionalidade!É de fundamental importância, usarmos a nossa capacidade de raciocínio, para que, através de atos responsáveis e conscientes possamos assumir o papel que cada um de nós desempenha no bom funcionamento deste planeta que habitamos. Pequenas mudanças, se forem feitas por muitos de nós, podem desencadear grandes resultados. Temos hábitos de desperdício criados por nós, portanto, assim como os criamos, podemos também extingui-los. Temos que cuidar do nosso planeta, se não for por ele, pelo menos que seja por nós, pela viabilidade da nossa existência. Pelos nossos filhos, netos. Pela geração futura, que também merece desfrutar dos benefícios que desfrutamos neste nosso maravilhoso planeta. Sem água, a possibilidade de vida desaparece da terra. Esta água que inúmeras vezes usamos com tanta irresponsabilidade e inconseqüência como se ignorássemos a realidade de que ela não jorra de uma fonte inesgotável.Não condiz com a nossa condição de seres racionais, insistirmos em mantermos estes inconseqüentes e irracionais atos de desperdício.

sábado, 7 de março de 2009

O SER FEMININO...



Infelizmente hoje em dia, muitas mulheres têm optado em reprimir características genuinamente femininas, assumindo assim comportamentos que até então eram característicos do ser masculino. O mais curioso,é o fato de que assumem justamente aqueles comportamentos que declaram como provenientes dos homens e que eram considerados por elas, até então, condenáveis e incômodos . Costumo ironicamente dizer, que atualmente, o ser feminino se divide em duas classes: existem as MULHERES e as “muiés”. Mulheres são todas aquelas que conduzem a vida de maneira ética e sensata. Que prezam ser respeitadas como seres humanos pensantes em todas as situações de suas vidas. Para elas, a maternidade é uma escolha sensata e responsável. Quando compartilham a vida com um parceiro, são companheiras na totalidade desta palavra: dividem despesas e responsabilidades, e somam forças para o crescimento de cada um. Basicamente, possuem e usam a capacidade do seu intelecto. “MUIÉS” são todas aquelas que reúnem uma série de características opostas, e pacificamente aceitam serem desqualificadas, chegando mesmo a serem colaboradoras efetivas e ativas nestas desqualificações. Comportamentos característicos de “muiés”: Assumem condutas vulgares e palavreado grosseiro, em total discordância com a suavidade e harmonia características do ser feminino. Priorizam o culto ao corpo, a aparência exterior e suprimem a inteligência e a magnitude interior da verdadeira mulher.
Aceitam e até mesmo optam em ser objeto, negando assim a capacidade de posicionamento inteligente e de luta, que é tão forte no ser feminino.
Confundem sensualidade com vulgaridade sexual. Defendem a ridícula idéia de que, “trair o parceiro” é fazer valer a igualdade de direitos. Aliás, esta questão de “igualdade” de direitos para elas é firmemente defendida, mas sempre nivelando incrivelmente por baixo! Igualdade de direitos para elas significa na grande maioria das vezes, assumirem posturas e terem condutas que fazem parte das características negativas, que acreditam serem tipicamente masculinas, como por exemplo, vulgaridade, grosseria e falsidade.
Até que elas raciocinam: conseguem “modernizar” alguns “truques” que usam: antigamente, usavam a maternidade muitas vezes para conseguirem casamentos lucrativos, e assim garantirem o sustento para o resto de suas vidas. Hoje em dia, com o advento do teste de DNA, se viram livres da “obrigação” de assumirem compromissos: usam a capacidade de gerar uma vida, para “se darem bem” e garantirem, através da pensão alimentícia para o filho, uma pensão mensal vitalícia, para elas mesmas.
“Cantadas” vulgares, são interpretadas por elas, como elogios e provas de que estão agradando.
ADORAM estas “músicas” da moda que desqualificam de maneira grotesca as mulheres, demonstrando assim, total aceitação e conivência com a imensa falta de respeito contida em suas letras. Isto fica bem claro, por exemplo, quando dançam de maneira sorridente, demonstrando total concordância, em serem chamadas de cachorras, potrancas, “popozudas” e tantos outros termos desqualificativos direcionados as mulheres.
Obedecem de maneira alegre ao comando de “cantores”, repetindo coreografias vulgares, assumindo posições até mesmo obscenas, de uma maneira incrivelmente natural e prazerosa.
Enfim, apesar de fisicamente parecerem ser do sexo feminino, se for feita uma análise detalhada no cérebro delas, com certeza se encontrará diferenças em relação ao cérebro das autenticas representantes do sexo feminino.

sexta-feira, 6 de março de 2009

QUEM PODE MANDA!QUEM TEM JUÍZO OBEDECE?!!!!



“Quem pode manda, e quem tem juízo obedece!” ?Esta é uma fala antiga, ultrapassada e bastante comprometedora para quem a usa. Mas já foi muito usada numa época negra da história da humanidade, quando as pessoas pensantes e inteligentes eram reprimidas e impedidas de se expressarem, de agirem livremente.Quem ousasse, quem pensasse e se atrevesse a se manifestar, a questionar, a opinar e dar sugestões, corria um risco imenso de ser punida, de ser castigada. Naquela época, não se tinha o direito da liberdade da escolha e devido a isso, as injustiças eram constantes e prevaleciam.As piores atrocidades eram praticadas por aqueles que “podiam”, pois agiam de forma autoritária e não aceitavam questionamentos. Não ouviam opiniões, não acatavam sugestões. Mandavam e exigiam obediência passiva e submissa.Não existiam verdadeiros líderes!Os que tinham “juízo” se dividiam entre aqueles que realmente não conseguiam enxergar outra opção, e aqueles que se aproveitavam para serem omissos e conseguiam algum ganho com isso.Mas ainda hoje, mesmo vivendo em mundo livre onde podemos expressar nossas opiniões, debater idéias, fazer questionamentos, existem pessoas que afirmam categoricamente isso. E aceitam passivamente esta afirmação! Por conveniência, por covardia, para não perderem regalias que acreditam ter. E se omitem em colaborar, em acrescentar. Se acovardam e passivamente obedecem (na maioria das vezes fazem de conta que obedecem. Na aparência, pois na verdade apenas fingem!)Quem realmente se compromete com o que se propõe a fazer, a todo o momento procura acrescentar e melhorar o que faz. Sempre tem sugestões para realizar melhor. Pensa a respeito. Consegue ter idéias, encontrara soluções,ou caminhos mais eficientes.Quem verdadeiramente quer fazer o melhor, costuma ser inquieto, até mesmo irreverente e polêmico, pois nunca assume um posicionamento de subserviência, muito ao contrário, faz questionamentos, sugere mudanças, busca o aprimoramento. E contribui com idéias novas, muitas delas excelentes e realmente enriquecedoras.Quem “pode” mas não tem preparo e é inseguro, ainda hoje cultiva a idéia do autoritarismo. Por outro lado, quem “pode” e ocupa por merecimento cargos de chefias, e é um verdadeiro líder, com toda certeza discorda.O verdadeiro líder, aquele que conquista um cargo de chefia como prêmio por méritos e trabalho, não é inseguro, não se posiciona como tirano, não age autoritariamente. Não espera submissão, muito pelo contrário, ele aceita e quer colaboração. Ele não sente necessidade de submissão. Ele não quer servos, subalternos. Ele quer e valoriza colaboradores. Ele não ordena, não impõe. Ele levanta questões, abre espaço para debates, aceita sugestões. Valoriza os questionamentos, pois o verdadeiro líder não se considera onipotente, inquestionável e sabe que pode errar. Sabe também que assim como ele, existem muitas outras pessoas com excelentes idéias. E as valoriza, já que seu objetivo maior é sempre fazer o melhor e procurar acertar.